O SAGRADO FEMININO
Por : Fernando Moura Gonçalves
Por : Fernando Moura Gonçalves
EVIDÊNCIAS
HISTÓRICAS
A Humanidade
pré histórica possuía uma relação religiosa pura e imediata com o meio em que
vivia, como esta era em sua maioria coletora, a Fêmea era vista como fonte de
fecundidade, entendia-se que a origem da vida advinha da mulher, que concebia e
amamentava a nova vida, desconhecendo-se o papel masculino na cadeia da vida,
atribuindo a tudo que era vida ao aspecto feminino inclusive a própria Terra.
Nos sítios
arqueológicos as figuras mais numerosas foram as femininas, sem dúvida devido à
sua clara relação com o culto à fecundidade. Todos os objetos encontrados, a
maior parte pertencente ao período paleolítico (25000 a .C. - 8000 a .C.), mostra uma
desproporção deliberada entre os genitais e as demais partes do corpo, o que
reforça a teoria de mulher-mãe-natureza. Essas estatuetas são conhecidas entre
os especialistas como Vênus Esteatopígicas. Entre elas, as mais famosas são a
Vênus de Lespugne, na França, e a Vênus de Willendorf, na Áustria.
As primeiras
esculturas descobertas na Mesopotâmia datam de 5000 a .C. e são em sua
maioria figuras que lembram muito as Vênus pré-históricas encontradas no
restante da Europa.
Vênus de Willendorf Vênus de Lespugne
A RELIGIÃO PRIMITIVA
O mito da criação, surgiu de um único
ancestral e toda a humanidade e o mundo da Grande Mãe Cósmica.
A religião primitiva considerava a
mulher envolta em uma aura mística, porque sangrava todo mês e não morria, ao
passo que para qualquer dos homens sangrar significava morte. Portanto, a
mulher detinha poder, alem de poder conceber, é fácil entender porque a mulher
era identificada com a Deusa, ou, melhor dizendo, porque a primeira divindade
conhecida tinha que ter caracteres femininos, inda mais quando as pessoas
descobriram que a gravidez durava 10 lunações, a colheita e o suceder das
estações seguia um ciclo de 13 meses lunares.
Por sua conexão com a Lua e a mulher,
a Deusa era cultuada em três aspectos: a Donzela, que corresponde à Lua
Crescente, a Mãe representada na Lua Cheia e a Anciã, simbolizada na Lua
Decrescente, ou seja, Minguante e Nova.
A
TRANSIÇÃO MATRIARCAL/PATRIARCAL
A medida que a sociedade mudava de
Coletora para Caçador-Coletora tendo o homem consciência de seu papel em prover
alimento, proteção e de sua participação reprodutiva, este começou a reivindicar
espaço no culto religioso a ponto dele o Deus Masculino se destacar perante o
Deus Feminino.
O ponto de transição situa-se
provavelmente na Mesopotâmia há 6.000 anos, onde esta mudança cultural
dramática parece ter surgido:
Segundo a Lenda, o Deus Marduk vem para
matar Tiamat (uma serpente gigantesca ...) tomando o poder e se firmando como
divindade.
Estudos apontam que a ascensão do
patriarcado, iniciada com os hebreus, na religião, fez com que a tradição de
adoração à deusa se tornasse ameaçadora à consolidação do poder pelos homens, a feminilidade e as
mulheres foram associadas a obras do diabo.
Lilith, primeira esposa de Adão e
reminiscência da deusa-mãe, foi associada com o aspecto negativo da cobra.
O mito de criação comum a judeus e cristãos nos
conta que Jeová-Deus criou o primeiro homem, Adão, e de uma costela sua moldou
a primeira mulher a quem chamou de Eva. O
relato que coloca Eva posterior a Adão também leva a crer na submissão da
mulher, pois se não fosse a costela
masculina, não existiria a mulher. Pelo pecado original, o de ter comido do fruto da
Árvore do Conhecimento, Eva e todas as mulheres posteriores a ela deveriam
pagar por sua insubordinação.
Hoje já se sabe que esse mito é posterior, pois em
Gêneses 1:27 temos a intrigante passagem: “E criou Deus o homem à sua imagem: à
imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”. Por essa frase temos o
registro, mesmo que posteriormente sendo ocultada do mito da criação, da
presença de Lilith, essa sim a primeira mulher criada por Jeová-Deus, não de
uma costela, mas sim do mesmo barro que Adão.
Segundo a tradição, Lilith
não se submeteu à dominação masculina, rejeitada por Adão, expulsa do Paraíso,
o Senhor proíbe Lilith a permanecer no mundo celestial sendo relegada para as
profundezas do submundo, onde ela será a companheira de Lúcifer ou Samael.
Esse mito, combinado com a
"culpa" de Eva, vai ajudar a desvalorizar a feminilidade, tirando
toda a santidade, justificando assim o controle do Patriarcado e a dominação
dos homens sobre as mulheres.
Lilith e Eva, nos tempos bíblicos, representam
a era Matriarcal, a
Feminilidade
livre e dominante, muito perigosa para o poder masculino.
Lilith
Na
cultura egípcia, a reverência ao Sagrado Feminino remonta à era neolítica.
Inúmeras estatuetas de argila comprovam que a antiguidade dos cultos de
diversas deusas remonta a uma época entre 5500 e 3300 anos a.C. Essas deusas eram
cultuadas em seus templos, nos quais as funções sacerdotais eram desempenhadas
por mulheres. As rainhas eram o elo entre uma dinastia e outra, e a herança
real seguia pela linhagem feminina. Somente muito tempo depois que o culto das
deusas foi substituído pelo dos deuses, passando então o faraó a ser
considerado a manifestação do próprio Deus, mesmo assim, Ísis continuou a ser
cultuada até a conquista do Egito pelos Romanos.
No
oriente a mitologia Greco/Romana também seguiu a tendência Patriarcal, a cultura
grega, a princípio primitivamente era Matriarcal, com ênfase na Grande Mãe,
gradativamente com o desenvolvimento da mitologia, Zeus, filho de Saturno e
neto de Urano, o Pai do Céu, assume o comando do Olimpo e divindades femininas
originárias das qualidades da Grande Mãe surgiram, assumindo posições
"subordinadas" ao Pai Zeus, contudo a mulher não só exercia o papel
no sacerdócio como Divindade.
Na
Mitologia o Sagrado Feminino foi dividido em seis Divindades :
ATENA Simboliza a tecnologia, a
ciência e todos os ofícios práticos, as artes literárias, a educação e a vida
intelectual em todas as suas formas.
ÁRTEMIS Simboliza a natureza em
sua forma virgem ou indomada. Ártemis está particularmente próxima dos animais,
da caça e daqueles ciclos da natureza que regem igualmente o mundo animal e o
humano; ela também é a deusa da parturição. Sendo uma deusa lunar simboliza
toda a vida dos instintos.
HERA Simboliza o poder e a
governança Feminina. Como esposa do deus Zeus, ela rege o casamento, o
companheirismo e todas as funções públicas em que uma mulher exerce o poder,
responsabilidade ou liderança. Extremamente preocupada com a moralidade social
e com a preservação da integridade da família.
PERSÉFONE é a rainha dos mortos e
simboliza todos os aspectos do contato com o mundo avernal, o mundo
ESPIRITUAL ou domínio dos mortos. Consciente ou inconscientemente, ela está
em contato com os poderes transpessoais superiores da psique, denominados
espíritos e que Jung chamou de arquétipos.
DEMÉTER é a descendente mais
direta da Mãe-Terra; simboliza a maternidade e de tudo o que se refere às
funções reprodutoras. Por reger a semente e o fruto é, às vezes, chamada
Senhora das Plantas, simbolizando sua profunda ligação com todos os aspectos da
alimentação, do crescimento, dos ciclos das safras, e da colheita e preservação
dos alimentos.
AFRODITE Simboliza o
AMOR e a eroticidade, ou seja, todos os aspectos da sexualidade, da vida
íntima e das relações pessoais. Afrodite é a deusa da beleza e, portanto, das
artes visuais - pintura, escultura, arquitetura - e também da poesia e da
música. Ela simboliza a inspiração artística e todo contato criativo entre os
sexos.
Nas
religiões Afro-Brasileiras temos as analogias das divindades Mitológicas, são
elas:
1.
Yemanjá: personifica a mãe.
2. Nanã Buruque: a anciã.
3. Oxum : a sensualidade da fecundidade.
4. Yansã: a força através do Amor.
5. Obá: o passional feminino.
6. Ewá: A Virgindade a Pureza.
7. Pomba-gira: a sexualidade feminina.
O ADVENTO DO
CRISTIANISMO
O Cristo como um revolucionário
religioso para a época traz em seus ensinamentos muito dos aspectos do Feminino
Sagrado, como a postura em amar os seus inimigos, não fazer aos outros o que
não gostaríamos que fizessem conosco, atitudes como docilidade, mansidão,
resignação, paciência, atributos essencialmente femininos, o seu próprio
nascimento reforçou o aspecto maternal da divindade e o tratamento igual que
ele dava a todos os seus discípulos tanto homens quanto mulheres, transmitia
direitos e deveres espirituais iguais, de acordo com o Evangelho de Tomé, Jesus
diz que o reino de Deus pode ser aberto para aqueles que se uniram no masculino
e feminino.
A doutrina de Jesus, trouxe a mensagem
do amor de Deus através do amor da humanidade pela a união desta, união
significava a igualdade de condições, direitos e responsabilidades. O
Cristianismo primitivo seguia este preceito dando a mulher os mesmos direitos,
deveres e responsabilidades na religião como as seitas pagãs que existiam. O
aspecto feminino religioso se fazia através de um equilíbrio entre os ícones de
Maria Madalena e Maria de Nazaré.
Maria
Madalena aparece pela primeira vez na Bíblia por volta do ano 25, situada em um
povoado de pescadores, em Cafarnaum, na Galiléia, onde Jesus adquiriu
rapidamente uma reputação de curandeiro.
Podemos
dizer que devido ao seu papel essencial na ressurreição, chamaram-na de
Apostolo dos Apóstolos (Apostola Apostolorum). O fato de ter sido a primeira
testemunha da ressurreição lhe outorga uma grande autoridade.
Segundo
os Evangelhos Apócrifos ou Gnósticos Maria Madalena teve um papel rigoroso de
apostolado e de evangelização. Ela converteu o sul da Gália ao cristianismo. Existem
monumentos, conventos, igrejas, capelas que são dedicadas a ela em Provençe
(França) e Nápoles (Itália), entre outros. Sua fama perdurou durante todo o
período medieval, mas finalmente foi vítima das reformas empreendidas pelo
Concílio de Trento, reunido no século XVI, cujo objetivo era o de contestar os
protestantes, pois estes zombavam do culto aos Santos.
Maria
Madalena não é um símbolo de arrependimento e de morte psicológica. Ela
representa a feminilidade, o amor, a humildade, a fidelidade, a coragem, a
visionária, a missionária, transbordante de fé ao pé da cruz, a mensageira da
ressurreição, uma das discípulas fundadora do cristianismo. Ela ungiu o Cristo
antes da ressurreição. Sem ela, o cristianismo se transformou ao longo do tempo
em algo completamente diferente, bem longe da Gnose. Se Maria Madalena fosse considerada
sagrada, a mulher seria sagrada e, portanto, a sexualidade também.
A ASCENÇÂO DO
PAPEL DE MARIA DE NAZARE.
Este culto é uma das ocorrências mais surpreendentes na história
primitiva da Igreja Cristã. Não houve nenhuma justificação para este fato nos
Evangelhos. A veneração da Mãe de Deus recebeu um forte impulso quando a partir
de 312 a .
C.(ato de tolerância por parte de Constantino) a Igreja Cristã se converteu,
pouco a pouco, em
Igreja Imperial , com a consequente conversão das massas pagãs
do Império. Esta gente acostumada a milênios de culto à Grande Mãe, a Deusa, a
Virgem Divina, etc. não podia aceitar sem mais o patriarcalismo Judaico
integrista adotado pelo Cristianismo. Não é surpreendente que foi no Egito onde
se originou a adoração de Maria sob o título de Teotokos (prenhe de Deus). Mais
tarde, no concílio de Éfeso (431
A .D.) esta designação egípcia foi convertida em dogma da
Igreja. Como vemos foi no Egito, onde até a era Cristã, Ísis (com o filho Horus
nos braços) fora adorada, onde se cristalizou o culto à Virgem Maria (com o
menino Jesus nos braços). Ou melhor dito, onde a Deusa Ísis se converteu na
Virgem Maria.
Parece então, que o destino de Ísis foi converter o Cristianismo,
descendente direto do Judaísmo monoteísta patriarcal, numa religião sincrética,
Junta-se a isto o domínio da nova religião pelo Império Romano associado aos
que se intitulavam “lideres” desta, que não permitiram a mulher tomar qualquer
posição ativa dentro do cristianismo, subjugando a face independente da mulher
representada por Maria Madalena, incentivando e posteriormente exaltando a face
maternal e submissa da mulher através do sincretismo entre a figura pagã e
Maria de Nazaré.
Até ao século XI a posição da mulher cristã melhorou muito em
relação ao que tinha sido nas sociedades puramente patriarcais anteriores. A
mulher tinha direito à propriedade, a explorar um comércio e, por tanto, tinha certa
independência.
Esta atitude tão liberal da Igreja foi, como se demonstrou depois, puramente
estratégica. Durante estes séculos a Igreja estava em plena expansão, convertendo,
uma depois da outra, as tribos e povos pagãos. Como esta conversão sempre
começou com as mulheres, era muito conveniente que estas se dessem conta de que
a posição da mulher na sociedade Cristã era muito superior ao que estavam
habituadas. Não somente isto, mas até ofereceram à mulher a oportunidade de
libertar-se de matrimônios inconvenientes já que a nova religião somente
consideravam válidos os matrimônios cristãos. Em finais do século XI quando todas
as tribos pagãs Européias tinham sido convertidas à fé, a posição da mulher
mudou drasticamente. Esta não recuperou a sua semi-liberdade de séculos
anteriores até o século XX. A exterminação de qualquer suposta heresia, a
Inquisição, a caça às bruxas (e até o mesmo conceito de bruxaria) foram
instrumentos para eliminar qualquer vestígio "matriarcal" da face da
terra Cristã. Não puderam eliminar a veneração à Virgem, mas a converteram num
símbolo eficaz de consolação para que as mulheres submissamente aceitassem o
seu papel na Religião Católica.
Na
teologia Católica Romana, é como a “mãe de Deus” que Maria assume a função de
mediadora, não para tomar o lugar de Cristo como o único mediador entre Deus e
os seres humanos (1Tm 2:5), mas para intermediar entre Cristo e a humanidade, embora
o Concílio Vaticano II tenha se posicionado com muita cautela em relação ao culto
à “virgem de Nazaré”, na tentativa de motivar e apressar o diálogo para a
unidade dos cristãos, a figura de Maria assumiu o papel de ícone da Igreja sob
o Papado de João Paulo II. A mais recente edição do catecismo romano expressa
essa posição.
Em
sua luta para dirigir-se ao mundo contemporâneo, marcado pelo individualismo e
pluralismo, João Paulo II fez de cada viagem, encontro e discurso um esforço
para restaurar o culto da Virgem. Como exemplo motivador do mundo católico, o
falecido pontífice visitou os grandes centros de adoração a Maria, tais como
Guadalupe no México, Fátima, Aparecida, entre outros.A estratégia seria
fortalecer a família, a Castidade, fortalecendo o patriarcado, garantido a
dominância masculina na Igreja.
O
RESGATE DO SAGRADO FEMININO
A
descoberta da Terra como valor mais alto a preservar, sob pena de não mais
haver espécie humana fez decolar a consciência ecológica e o renascimento dos
valores ligados à Deusa: a paz, a convivência na diversidade, a cultura, as
artes, o respeito a outras formas de vida no planeta. Os últimos anos têm
assistido o fenômeno chamado "Renascer da Deusa", ou seja, o
ressurgimento do arquétipo do divino feminino na cultura, nas artes, na ciência
e no psiquismo das pessoas. O respeito à Mãe Terra, o reconhecimento dos seres
humanos como irmãos dos demais seres, a ênfase na conciliação dos sexos e das
pessoas, ao invés da competição, a paz ao invés dos conflitos, as terapias
naturais respeitando o corpo e a Terra.
Existem
ciclos lunares, ciclos solares e os ciclos que levam milhares de anos. Nós
temos nossos próprios ciclos de desenvolvimento pessoal e também estamos sempre
envolvidos com o ciclo coletivo. Na cultura ocidental moderna estamos em um
estágio do ciclo atual, onde estamos mais uma vez retornando ao Sagrado
Feminino.
A representante contemporânea do culto
a Deusa é a religião WICCA, Wicca é uma religião pagã, no sentido de "não
cristã", como no sentido etimológico de "oriunda do campo", é
uma religião de origem rural que cultua a Deusa e seu consoante o Deus. Ambos
são expressões em polaridades do Ser Supremo, a Divindade.
A Wicca define o Deus como a união dos
dois gêneros, contudo os gêneros são criações de Deus, não podendo ser definido
por estes, seria o mesmo que definir o Sol pela luz que ele emite.
CARACTERISTICAS DO
SAGRADO FEMININO
Podemos definir
o Sagrado Feminino nos
seguintes
aspectos:
desta Fonte da
Vida.
plena que flui
de sua íntima comunhão com a Vida.
vida.
4. No amor tende
mais para o que é espiritual.
5. O que emoldura
as coisas, o circundante, tem para a
mulher uma
grande importância e uma profunda influência
sobre o seu
estado de alma.
6. É a
cristalização das virtudes.
7. Nos relatos da
Criação, ao formar o Paraíso Terrestre,
Homem e Mulher
são matrizes do modo de ser humano.
8. É a figura da
Sabedoria Divina: “O Senhor criou-me como
primícia de sua
ação...” (cfr. Provérbios 8, 22-31)
CONCLUSÃO
Estamos vivenciando o inicio do ciclo feminino, o despertar do feminino
sagrado é reverenciar a face feminina de Deus. È encarnar em si as próprias
qualidades divinas do amor, da devoção, do cuidado, da pureza e da beleza.
Assim servimos à Deusa e nos tornamos unos com Ela.
Aproveitemos
a ascensão da Mãe e unamos com a Amante, o profano e o divino, o carnal e o
espiritual, Madalena e a Virgem Maria, em um único símbolo de amor, devoção e
respeito à manifestação da natureza e da vida. Deste modo estaremos mais perto
da divindade e preparados para uma nova consciência.
A:.G:.G:.A:.D:.U:.
REFERENCIAS:
A
Adoração à Virgem Maria e às Deusas Pagãs
PROTESTANTISMO
Protestantismo
O
Culto da Virgem Maria na Idade Média | Ensaio Temático | Heilbrunn C... http://www.metmuseum.org/toah/hd/virg/hd_virg.htm
Sagrado
Feminino: O MUndo das Deusas
O
Culto da Virgem Maria durante o século 12 - Vozes do Yahoo! - voices... http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&langpair=e...
Resumo
de O Culto à Virgem Maria E A Cultura De Submissão Da Mulher http://www.cienciashumanas.com.br/resumo_artigo_2265/artigo_sobre_o...
ARTIGO
A
consciência do Sagrado Feminino
Resgatando
o passado, construindo o futuro
Mirella Faur
O SAGRADO FEMININO - A DEUSA
Autor da Casa do Bruxo
Autor da Casa do Bruxo
SAGRADO
E SUBJUGAÇÃO DO UNIVERSO FEMININO
ECCO,
Clóvis
(Doutorando
em Ciênicas da Relgião, PUC-GO)
clovisecco@uol.com.br
Deusa mãe
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Por:
Ana
Cláudia
O
Resgate do Sagrado Feminino
Joviana
Lopes
O
sagrado feminino
E EM BUSCA DA UNIDADE
PERDIDA
Por
Jean Bernard Cabanes
O
culto a Maria: uma criação do papado
José
Miranda Rocha, D.Min.
Professor
de Teologia Pastoral no SALT, Unasp, Campus Engenheiro Coelho, São Paulo
Reflexões
em torno do Sagrado Feminino
Vitório
Mazzuco






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