sexta-feira, 10 de maio de 2013


  O SAGRADO FEMININO

Por : Fernando Moura Gonçalves




EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS

A Humanidade pré histórica possuía uma relação religiosa pura e imediata com o meio em que vivia, como esta era em sua maioria coletora, a Fêmea era vista como fonte de fecundidade, entendia-se que a origem da vida advinha da mulher, que concebia e amamentava a nova vida, desconhecendo-se o papel masculino na cadeia da vida, atribuindo a tudo que era vida ao aspecto feminino inclusive a própria Terra.
Nos sítios arqueológicos as figuras mais numerosas foram as femininas, sem dúvida devido à sua clara relação com o culto à fecundidade. Todos os objetos encontrados, a maior parte pertencente ao período paleolítico (25000 a.C. - 8000 a.C.), mostra uma desproporção deliberada entre os genitais e as demais partes do corpo, o que reforça a teoria de mulher-mãe-natureza. Essas estatuetas são conhecidas entre os especialistas como Vênus Esteatopígicas. Entre elas, as mais famosas são a Vênus de Lespugne, na França, e a Vênus de Willendorf, na Áustria.
As primeiras esculturas descobertas na Mesopotâmia datam de 5000 a.C. e são em sua maioria figuras que lembram muito as Vênus pré-históricas encontradas no restante da Europa. 

                                  Vênus de Willendorf                   Vênus de Lespugne


A RELIGIÃO PRIMITIVA

O mito da criação, surgiu de um único ancestral e toda a humanidade e o mundo da Grande Mãe Cósmica.
A religião primitiva considerava a mulher envolta em uma aura mística, porque sangrava todo mês e não morria, ao passo que para qualquer dos homens sangrar significava morte. Portanto, a mulher detinha poder, alem de poder conceber, é fácil entender porque a mulher era identificada com a Deusa, ou, melhor dizendo, porque a primeira divindade conhecida tinha que ter caracteres femininos, inda mais quando as pessoas descobriram que a gravidez durava 10 lunações, a colheita e o suceder das estações seguia um ciclo de 13 meses lunares.
Por sua conexão com a Lua e a mulher, a Deusa era cultuada em três aspectos: a Donzela, que corresponde à Lua Crescente, a Mãe representada na Lua Cheia e a Anciã, simbolizada na Lua Decrescente, ou seja, Minguante e Nova.

A TRANSIÇÃO MATRIARCAL/PATRIARCAL

A medida que a sociedade mudava de Coletora para Caçador-Coletora tendo o homem consciência de seu papel em prover alimento, proteção e de sua participação reprodutiva, este começou a reivindicar espaço no culto religioso a ponto dele o Deus Masculino se destacar perante o Deus Feminino.
O ponto de transição situa-se provavelmente na Mesopotâmia há 6.000 anos, onde esta mudança cultural dramática parece ter surgido:
Segundo a Lenda, o Deus Marduk vem para matar Tiamat (uma serpente gigantesca ...) tomando o poder e se firmando como divindade.
Estudos apontam que a ascensão do patriarcado, iniciada com os hebreus, na religião, fez com que a tradição de adoração à deusa se tornasse ameaçadora à consolidação do poder pelos homens, a feminilidade e as mulheres foram associadas a obras do diabo.
Lilith, primeira esposa de Adão e reminiscência da deusa-mãe, foi associada com o aspecto negativo da cobra.
O mito de criação comum a judeus e cristãos nos conta que Jeová-Deus criou o primeiro homem, Adão, e de uma costela sua moldou a primeira mulher a quem chamou de Eva. O relato que coloca Eva posterior a Adão também leva a crer na submissão da mulher, pois se não fosse a costela masculina, não existiria a mulher. Pelo pecado original, o de ter comido do fruto da Árvore do Conhecimento, Eva e todas as mulheres posteriores a ela deveriam pagar por sua insubordinação.
Hoje já se sabe que esse mito é posterior, pois em Gêneses 1:27 temos a intrigante passagem: “E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”. Por essa frase temos o registro, mesmo que posteriormente sendo ocultada do mito da criação, da presença de Lilith, essa sim a primeira mulher criada por Jeová-Deus, não de uma costela, mas sim do mesmo barro que Adão.
Segundo a tradição, Lilith não se submeteu à dominação masculina, rejeitada por Adão, expulsa do Paraíso, o Senhor proíbe Lilith a permanecer no mundo celestial sendo relegada para as profundezas do submundo, onde ela será a companheira de Lúcifer ou Samael.
Esse mito, combinado com a "culpa" de Eva, vai ajudar a desvalorizar a feminilidade, tirando toda a santidade, justificando assim o controle do Patriarcado e a dominação dos homens sobre as mulheres.
Lilith e Eva, nos tempos bíblicos, representam a era Matriarcal, a
Feminilidade livre e dominante, muito perigosa para o poder masculino.


                                                                             Lilith
  
Na cultura egípcia, a reverência ao Sagrado Feminino remonta à era neolítica. Inúmeras estatuetas de argila comprovam que a antiguidade dos cultos de diversas deusas remonta a uma época entre 5500 e 3300 anos a.C. Essas deusas eram cultuadas em seus templos, nos quais as funções sacerdotais eram desempenhadas por mulheres. As rainhas eram o elo entre uma dinastia e outra, e a herança real seguia pela linhagem feminina. Somente muito tempo depois que o culto das deusas foi substituído pelo dos deuses, passando então o faraó a ser considerado a manifestação do próprio Deus, mesmo assim, Ísis continuou a ser cultuada até a conquista do Egito pelos Romanos.
No oriente a mitologia Greco/Romana também seguiu a tendência Patriarcal, a cultura grega, a princípio primitivamente era Matriarcal, com ênfase na Grande Mãe, gradativamente com o desenvolvimento da mitologia, Zeus, filho de Saturno e neto de Urano, o Pai do Céu, assume o comando do Olimpo e divindades femininas originárias das qualidades da Grande Mãe surgiram, assumindo posições "subordinadas" ao Pai Zeus, contudo a mulher não só exercia o papel no sacerdócio como Divindade.
Na Mitologia o Sagrado Feminino foi dividido em seis Divindades:
ATENA Simboliza a tecnologia, a ciência e todos os ofícios práticos, as artes literárias, a educação e a vida intelectual em todas as suas formas.
ÁRTEMIS Simboliza a natureza em sua forma virgem ou indomada. Ártemis está particularmente próxima dos animais, da caça e daqueles ciclos da natureza que regem igualmente o mundo animal e o humano; ela também é a deusa da parturição. Sendo uma deusa lunar simboliza toda a vida dos instintos.
HERA Simboliza o poder e a governança Feminina. Como esposa do deus Zeus, ela rege o casamento, o companheirismo e todas as funções públicas em que uma mulher exerce o poder, responsabilidade ou liderança. Extremamente preocupada com a moralidade social e com a preservação da integridade da família.
PERSÉFONE é a rainha dos mortos e simboliza todos os aspectos do contato com o mundo avernal, o mundo ESPIRITUAL ou domínio dos mortos. Consciente ou inconscientemente, ela está em contato com os poderes transpessoais superiores da psique, denominados espíritos e que Jung chamou de arquétipos.
DEMÉTER é a descendente mais direta da Mãe-Terra; simboliza a maternidade e de tudo o que se refere às funções reprodutoras. Por reger a semente e o fruto é, às vezes, chamada Senhora das Plantas, simbolizando sua profunda ligação com todos os aspectos da alimentação, do crescimento, dos ciclos das safras, e da colheita e preservação dos alimentos.
AFRODITE Simboliza o AMOR e a eroticidade, ou seja, todos os aspectos da sexualidade, da vida íntima e das relações pessoais. Afrodite é a deusa da beleza e, portanto, das artes visuais - pintura, escultura, arquitetura - e também da poesia e da música. Ela simboliza a inspiração artística e todo contato criativo entre os sexos.
Nas religiões Afro-Brasileiras temos as analogias das divindades Mitológicas, são elas:
1. Yemanjá: personifica a mãe.

 2. Nanã Buruque: a anciã.

3. Oxum : a sensualidade da fecundidade.

4. Yansã: a força através do Amor.

5. Obá: o passional feminino.

6. Ewá:  A Virgindade a Pureza.

 7. Pomba-gira: a sexualidade feminina.
  



  
O ADVENTO DO CRISTIANISMO

O Cristo como um revolucionário religioso para a época traz em seus ensinamentos muito dos aspectos do Feminino Sagrado, como a postura em amar os seus inimigos, não fazer aos outros o que não gostaríamos que fizessem conosco, atitudes como docilidade, mansidão, resignação, paciência, atributos essencialmente femininos, o seu próprio nascimento reforçou o aspecto maternal da divindade e o tratamento igual que ele dava a todos os seus discípulos tanto homens quanto mulheres, transmitia direitos e deveres espirituais iguais, de acordo com o Evangelho de Tomé, Jesus diz que o reino de Deus pode ser aberto para aqueles que se uniram no masculino e feminino.
A doutrina de Jesus, trouxe a mensagem do amor de Deus através do amor da humanidade pela a união desta, união significava a igualdade de condições, direitos e responsabilidades. O Cristianismo primitivo seguia este preceito dando a mulher os mesmos direitos, deveres e responsabilidades na religião como as seitas pagãs que existiam. O aspecto feminino religioso se fazia através de um equilíbrio entre os ícones de Maria Madalena e Maria de Nazaré.
Maria Madalena aparece pela primeira vez na Bíblia por volta do ano 25, situada em um povoado de pescadores, em Cafarnaum, na Galiléia, onde Jesus adquiriu rapidamente uma reputação de curandeiro.
Podemos dizer que devido ao seu papel essencial na ressurreição, chamaram-na de Apostolo dos Apóstolos (Apostola Apostolorum). O fato de ter sido a primeira testemunha da ressurreição lhe outorga uma grande autoridade.
Segundo os Evangelhos Apócrifos ou Gnósticos Maria Madalena teve um papel rigoroso de apostolado e de evangelização. Ela converteu o sul da Gália ao cristianismo. Existem monumentos, conventos, igrejas, capelas que são dedicadas a ela em Provençe (França) e Nápoles (Itália), entre outros. Sua fama perdurou durante todo o período medieval, mas finalmente foi ví­tima das reformas empreendidas pelo Concílio de Trento, reunido no século XVI, cujo objetivo era o de contestar os protestantes, pois estes zombavam do culto aos Santos.
Maria Madalena não é um sí­mbolo de arrependimento e de morte psicológica. Ela representa a feminilidade, o amor, a humildade, a fidelidade, a coragem, a visionária, a missionária, transbordante de fé ao pé da cruz, a mensageira da ressurreição, uma das discí­pulas fundadora do cristianismo. Ela ungiu o Cristo antes da ressurreição. Sem ela, o cristianismo se transformou ao longo do tempo em algo completamente diferente, bem longe da Gnose. Se Maria Madalena fosse considerada sagrada, a mulher seria sagrada e, portanto, a sexualidade também.

A ASCENÇÂO DO PAPEL DE MARIA DE NAZARE.

Este culto é uma das ocorrências mais surpreendentes na história primitiva da Igreja Cristã. Não houve nenhuma justificação para este fato nos Evangelhos. A veneração da Mãe de Deus recebeu um forte impulso quando a partir de 312 a. C.(ato de tolerância por parte de Constantino) a Igreja Cristã se converteu, pouco a pouco, em Igreja Imperial, com a consequente conversão das massas pagãs do Império. Esta gente acostumada a milênios de culto à Grande Mãe, a Deusa, a Virgem Divina, etc. não podia aceitar sem mais o patriarcalismo Judaico integrista adotado pelo Cristianismo. Não é surpreendente que foi no Egito onde se originou a adoração de Maria sob o título de Teotokos (prenhe de Deus). Mais tarde, no concílio de Éfeso (431 A.D.) esta designação egípcia foi convertida em dogma da Igreja. Como vemos foi no Egito, onde até a era Cristã, Ísis (com o filho Horus nos braços) fora adorada, onde se cristalizou o culto à Virgem Maria (com o menino Jesus nos braços). Ou melhor dito, onde a Deusa Ísis se converteu na Virgem Maria.
Parece então, que o destino de Ísis foi converter o Cristianismo, descendente direto do Judaísmo monoteísta patriarcal, numa religião sincrética, Junta-se a isto o domínio da nova religião pelo Império Romano associado aos que se intitulavam “lideres” desta, que não permitiram a mulher tomar qualquer posição ativa dentro do cristianismo, subjugando a face independente da mulher representada por Maria Madalena, incentivando e posteriormente exaltando a face maternal e submissa da mulher através do sincretismo entre a figura pagã e Maria de Nazaré. 
Até ao século XI a posição da mulher cristã melhorou muito em relação ao que tinha sido nas sociedades puramente patriarcais anteriores. A mulher tinha direito à propriedade, a explorar um comércio e, por tanto, tinha certa
independência. Esta atitude tão liberal da Igreja foi, como se demonstrou depois, puramente estratégica. Durante estes séculos a Igreja estava em plena expansão, convertendo, uma depois da outra, as tribos e povos pagãos. Como esta conversão sempre começou com as mulheres, era muito conveniente que estas se dessem conta de que a posição da mulher na sociedade Cristã era muito superior ao que estavam habituadas. Não somente isto, mas até ofereceram à mulher a oportunidade de libertar-se de matrimônios inconvenientes já que a nova religião somente consideravam válidos os matrimônios cristãos. Em finais do século XI quando todas as tribos pagãs Européias tinham sido convertidas à fé, a posição da mulher mudou drasticamente. Esta não recuperou a sua semi-liberdade de séculos anteriores até o século XX. A exterminação de qualquer suposta heresia, a Inquisição, a caça às bruxas (e até o mesmo conceito de bruxaria) foram instrumentos para eliminar qualquer vestígio "matriarcal" da face da terra Cristã. Não puderam eliminar a veneração à Virgem, mas a converteram num símbolo eficaz de consolação para que as mulheres submissamente aceitassem o seu papel na Religião Católica.
Na teologia Católica Romana, é como a “mãe de Deus” que Maria assume a função de mediadora, não para tomar o lugar de Cristo como o único mediador entre Deus e os seres humanos (1Tm 2:5), mas para intermediar entre Cristo e a humanidade, embora o Concílio Vaticano II tenha se posicionado com muita cautela em relação ao culto à “virgem de Nazaré”, na tentativa de motivar e apressar o diálogo para a unidade dos cristãos, a figura de Maria assumiu o papel de ícone da Igreja sob o Papado de João Paulo II. A mais recente edição do catecismo romano expressa essa posição.
Em sua luta para dirigir-se ao mundo contemporâneo, marcado pelo individualismo e pluralismo, João Paulo II fez de cada viagem, encontro e discurso um esforço para restaurar o culto da Virgem. Como exemplo motivador do mundo católico, o falecido pontífice visitou os grandes centros de adoração a Maria, tais como Guadalupe no México, Fátima, Aparecida, entre outros.A estratégia seria fortalecer a família, a Castidade, fortalecendo o patriarcado, garantido a dominância masculina na Igreja.

O RESGATE DO SAGRADO FEMININO
A descoberta da Terra como valor mais alto a preservar, sob pena de não mais haver espécie humana fez decolar a consciência ecológica e o renascimento dos valores ligados à Deusa: a paz, a convivência na diversidade, a cultura, as artes, o respeito a outras formas de vida no planeta. Os últimos anos têm assistido o fenômeno chamado "Renascer da Deusa", ou seja, o ressurgimento do arquétipo do divino feminino na cultura, nas artes, na ciência e no psiquismo das pessoas. O respeito à Mãe Terra, o reconhecimento dos seres humanos como irmãos dos demais seres, a ênfase na conciliação dos sexos e das pessoas, ao invés da competição, a paz ao invés dos conflitos, as terapias naturais respeitando o corpo e a Terra.
Existem ciclos lunares, ciclos solares e os ciclos que levam milhares de anos. Nós temos nossos próprios ciclos de desenvolvimento pessoal e também estamos sempre envolvidos com o ciclo coletivo. Na cultura ocidental moderna estamos em um estágio do ciclo atual, onde estamos mais uma vez retornando ao Sagrado Feminino.
A representante contemporânea do culto a Deusa é a religião WICCA, Wicca é uma religião pagã, no sentido de "não cristã", como no sentido etimológico de "oriunda do campo", é uma religião de origem rural que cultua a Deusa e seu consoante o Deus. Ambos são expressões em polaridades do Ser Supremo, a Divindade.
A Wicca define o Deus como a união dos dois gêneros, contudo os gêneros são criações de Deus, não podendo ser definido por estes, seria o mesmo que definir o Sol pela luz que ele emite. 

CARACTERISTICAS DO SAGRADO FEMININO

Podemos definir o Sagrado Feminino nos
seguintes aspectos:
1. A vida vem da Fonte Sagrada; a mulher está mais próxima
desta Fonte da Vida.
2. A mulher tem um instintivo sentimento de humanidade
plena que flui de sua íntima comunhão com a Vida.
3. A mulher não se limita a assistir a vida, mas está em plena
vida.
4. No amor tende mais para o que é espiritual.
5. O que emoldura as coisas, o circundante, tem para a
mulher uma grande importância e uma profunda influência
sobre o seu estado de alma.
6. É a cristalização das virtudes.
7. Nos relatos da Criação, ao formar o Paraíso Terrestre,
Homem e Mulher são matrizes do modo de ser humano.
8. É a figura da Sabedoria Divina: “O Senhor criou-me como
primícia de sua ação...” (cfr. Provérbios 8, 22-31) 


CONCLUSÃO

Estamos vivenciando o inicio do ciclo feminino, o despertar do feminino sagrado é reverenciar a face feminina de Deus. È encarnar em si as próprias qualidades divinas do amor, da devoção, do cuidado, da pureza e da beleza. Assim servimos à Deusa e nos tornamos unos com Ela.

Aproveitemos a ascensão da Mãe e unamos com a Amante, o profano e o divino, o carnal e o espiritual, Madalena e a Virgem Maria, em um único símbolo de amor, devoção e respeito à manifestação da natureza e da vida. Deste modo estaremos mais perto da divindade e preparados para uma nova consciência. 





A:.G:.G:.A:.D:.U:.
  
REFERENCIAS:

A Adoração à Virgem Maria e às Deusas Pagãs


PROTESTANTISMO

Protestantismo

O Culto da Virgem Maria na Idade Média | Ensaio Temático | Heilbrunn C... http://www.metmuseum.org/toah/hd/virg/hd_virg.htm

Sagrado Feminino: O MUndo das Deusas

O Culto da Virgem Maria durante o século 12 - Vozes do Yahoo! - voices... http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&langpair=e...

Resumo de O Culto à Virgem Maria E A Cultura De Submissão Da Mulher http://www.cienciashumanas.com.br/resumo_artigo_2265/artigo_sobre_o...

ARTIGO
A consciência do Sagrado Feminino
Resgatando o passado, construindo o futuro
Mirella Faur

O SAGRADO FEMININO - A DEUSA
Autor da Casa do Bruxo

SAGRADO E SUBJUGAÇÃO DO UNIVERSO FEMININO
ECCO, Clóvis
(Doutorando em Ciênicas da Relgião, PUC-GO)
clovisecco@uol.com.br

Deusa mãe
Wikipédia, a enciclopédia livre.




O Resgate do Sagrado Feminino
Joviana Lopes

O sagrado feminino
E EM BUSCA DA UNIDADE PERDIDA
Por Jean Bernard Cabanes

O culto a Maria: uma criação do papado
José Miranda Rocha, D.Min.
Professor de Teologia Pastoral no SALT, Unasp, Campus Engenheiro Coelho, São Paulo

Daniela Ventura  

Reflexões em torno do Sagrado Feminino
Vitório Mazzuco





Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.